
Artigo
A genética da dor
Dr. Jeffrey Mogil da Universidade de Illinois está tentando estabelecer uma relação entre genes específicos e as diferenças encontradas na sensibilidade à dor. Ele relata que camundongos mais sensíveis à dor respondem mal aos analgésicos. Assim, estas diferenças na sensibilidade não se restringem à sensação de dor, mas também são encontradas na variação de resposta frente aos diferentes analgésicos. Para Mogil, além de fatores determinantes como experiência, idade e sexo, o conhecimento do genótipo também ajudará no controle da dor.