
A prevenção é o melhor tratamento para a dor crônica
Um estudo recente desenvolvido pela SBED (Sociedade Brasileira para Estudo da Dor) apontou que grande parte da população, sofre, pelo menos, com um tipo de dor crônica (que dura no mínimo 90 dias). Segundo o médico Charles Amaral de Oliveir
Um estudo recente desenvolvido pela SBED (Sociedade Brasileira para Estudo da Dor) apontou que grande parte da população, sofre, pelo menos, com um tipo de dor crônica (que dura no mínimo 90 dias). Segundo o médico Charles Amaral de Oliveira, poucas escolas de medicina possuem disciplinas especificas para o estudo da dor. "A dor é vista mais como sintoma e não como uma doença especificamente", diz. Dessa forma, tem-se que a dor aguda é um sintoma, um alerta de que alguma coisa está errada, ao passo que a crônica é uma doença. De acordo com Oliveira, o maior problema epidemiológico são as lesões de coluna. Ele cita que um estudo realizado nos Estados Unidos em 1992 e em 2006 revelou um aumento de 30% na incidência da dor em homens e mulheres, na mesma faixa etária, destacando-se o aumento do índice de massa corporal, bem como o uso de dispositivos móveis, que tem elevado as queixas de dores na coluna cervical entre a população. Frisa-se que esses achados são reflexos do que acontece em todo o mundo, ou seja, as pessoas estão se alimentando mal, fazendo menos atividade física e adquirindo maus hábitos posturais. Ante o exposto, pode-se inferir que quando há dor há sofrimento e um impacto direto na rotina das pessoas. Por isso, especialistas reforçam cada vez mais a importância de abordar a prevenção e avançar no diagnóstico e tratamento.
Fonte: http://www folhadelondrina.com..br/saude/a-dor-do-brasileiro-982517.html Alerta submetido em 13/09/2017 e aceito em 19/09/2017.