
Acerca do tratamento farmacológico da artrite reumatoide, considera-se como
primeira linha de medicamento o metotrexato e em caso de falha ou toxicidade hepática e/ou gastrointestinal ao fármaco usar leflunomida, sulfassalazina ou hidroxicloroquinina, sendo a última pouco efetiva. Após uso de um destes medicamentos
primeira linha de medicamento o metotrexato e em caso de falha ou toxicidade hepática e/ou gastrointestinal ao fármaco usar leflunomida, sulfassalazina ou hidroxicloroquinina, sendo a última pouco efetiva. Após uso de um destes medicamentos, se ocorrer falha terapêutica opta-se pelos anti-TNF (certolizumabe pegol, golimumabe, infliximabe, etanercepte e adalimumabe) e os não anti-TNF (abatacepte e tocilizumabe) em associação ao metroxetato, sendo esta a segunda linha de tratamento farmacológico. Se ocorrer falha terapêutica ou toxicidade ao medicamento de segunda linha deve ser utilizado esquema com outro medicamento dos de segunda linha ou a Tofacitinibe e se possível associa-se aos de primeira linha (preferencialmente metroxetato). Os glicocorticoides e os anti-inflamatórios não esteroidais podem ser utilizados para fase inicial da doença e controle sintomático da doença, porém devem ser utilizados em doses menores e em menor tempo. Além do tratamento farmacológico para a artrite reumatoide, deve-se orientar para mudanças de hábitos e o tratamento de comorbidades. O PCDT proposto visa auxiliar a identificação precoce e o tratamento adequado para a
artrite reumatoide, sendo estes dois pontos importantes para a redução da destruição articular. Com isso pode-se minimizar as consequências da doença como a incapacidade funcional, perda da produtiva e piora da qualidade de vida. Referência: Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS (CONITEC). Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Artrite Reumatóide: Relatório de Recomendação. Brasil: Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS (CONITEC); 2019.
Alerta submetido em 03/04/2019 e aceito em 03/04/2019.