
Ao contrário da morfina, PZM21 é mais eficaz no componente afetivo da analgesia, além
de não provocar depressão respiratória e não serem necessárias doses de reforço, como é observado pela morfina em doses equianalgésicas. Além disso, o PZM21 parece evitar ainda a liberação de dopamina no cérebro, responsável pela adicção qu
de não provocar depressão respiratória e não serem necessárias doses de reforço, como é observado pela morfina em doses equianalgésicas. Além disso, o PZM21 parece evitar ainda a liberação de dopamina no cérebro, responsável pela adicção que os derivados de opioide podem provocar. Portanto, o PZM21 pode ser uma promissora droga que veio jogar luz sobre a complexa sinalização via HOR, sendo uma vantagem terapêutica desprovida de muitos efeitos colaterais provocados pelos opiáceos atuais.
Referências:
http://www.nature. com/nature/journal/vaop/ncurrent/full/nature19112.html
http://oglobo. globo. com/sociedade/saude/cientistas-descobrem-composto-que-combate-dor- sem-efeitos-colaterais-19941531 http://www.npr.ora/sections/health-shots/2016/08/17/490380937/scientists-engineer-an- opioid-that-may-reduce-pain-with-less-risk
Alerta submetido em 31/08/2016 e aceito em 06/09/2016.