
Crianças com Osteogênese Imperfeita e o Tratamento Multimodal
Uma revisão integrativa da literatura que buscou avaliar intervenções multimodais para o manejo da dor em usuários de saúde pediátricos com diagnóstico de Osteogênese Imperfeita, em Chicago (USA). Devido a deficiência de colágeno essa doenç
Uma revisão integrativa da literatura que buscou avaliar intervenções multimodais para o manejo da dor em usuários de saúde pediátricos com diagnóstico de Osteogênese Imperfeita, em Chicago (USA). Devido a deficiência de colágeno essa doença rara gera complicações sistêmicas, principalmente a nível ósseo. Para tanto, as quatro intervenções encontradas nessa análise demonstraram efetividade quando aplicadas em conjunto. Na busca inicial foram encontrados 1.488 artigos, dos quais após a adoção dos critérios de inclusão e exclusão restaram 15 trabalhos. Diante da amostra conclui- se que a terapia com bisfosfonatos, à medida que promove melhora na densidade óssea, alivia a dor em um período de curto prazo. Intervenções cirúrgicas para a fixação de ossos longos aumentam a força muscular e diminuem a taxa de fraturas. A fisioterapia eleva a capacidade de trabalho e consumo máximo de oxigênio. Por fim, o apoio psicológico para crianças com Osteogênese Imperfeita ajuda a abordar aspectos não físicos da dor e contribuir para a adesão ao tratamento. Para além disso, tais terapias demonstram mais efetividade quando trabalhadas em conjunto, como por exemplo, intervenções cirúrgicas com intermédio de bisfosfonatos possuem melhor desfecho. Assim, a adoção desse raciocínio mostra- se efetiva para uma melhor linha de atenção clínica com crianças portadoras de Osteogênese Imperfeita, fazendo-se necessária a ampliação de pesquisas sobre as terapias multimodais.
Referências: Dlesk TE, Larimer K. Multimodal Pain Management of Children Diagnosed with Osteogenesis Imperfecta: An Integrative Literature Review. Pain Manag Nurs. 2023;24(1):102-110. doi:10.1016/j.pmn.2022.08.014 Alerta submetido em 25/09/2023 e aceito em 24/10/2023. Escrito por Karoline Cristina Jatobá da Silva.