Boletim Científico de Atualização em DorISSN 2446-6670
Divulgação Científica

Fotobiomodulação não apresenta resultados superiores ao placebo na

dor da incisão de cesárea Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, Universidade Estadual Paulista e do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino, todas localizadas em São Paulo, no Brasil, conduziu um e

DOL · Dor On Line Edição 294 · Janeiro 2025 ⭳ Baixar em PDF

dor da incisão de cesárea Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, Universidade Estadual Paulista e do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino, todas localizadas em São Paulo, no Brasil, conduziu um estudo experimental, comparativo e quantitativo sobre a influência da fotobiomodulação na dor da incisão de cesárea. A principal descoberta do estudo foi que todos os grupos apresentaram melhora significativa, independente da fotobiomodulação.

A pesquisa foi feita com 125 puérperas, entre 18 e 40 anos, divididas em 5 grupos, e a avaliação da dor foi feita por meio da Escala Visual Analógica de Dor. Os dois primeiros grupos receberam tratamentos semelhantes, com diferença apenas no comprimento de onda utilizado pelo aparelho, já o terceiro grupo recebeu a fotobiomodulação sistêmica, que é a irradiação do laser vermelho sobre a artéria radial por trinta minutos. Os dois últimos grupos receberam o tratamento com o aparelho desligado. As pacientes de todos os grupos relataram alívio da dor após o procedimento. Em suma, a fotobiomodulação não apresentou melhores resultados comparados com o grupo de controle. A principal desvantagem do estudo discutido foi a quantidade limitada de sessões, que pode ter refletido no resultado não esperado. Esse estudo é de relevância para toda a comunidade, pois pode auxiliar na escolha de técnicas que aliviam a dor com maior eficácia para melhorar a qualidade de vida da mãe. Referência: Freitas IB, Franco LF, Patrício LG, Soares AC, Rosa IC, Regone W, Ferreira RG. Influência da fotobiomodulação na dor da incisão de cesárea. Rev Bras Rev Saúde. 2024;7(3). doi:10.34119/bjhrv7n3-432 Escrito por Maria Clara Alexandroni Cordova de Sousa.

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