
Identificação no genoma de possíveis locais de para dor crônica após
histerectomia O estudo holandês objetivou identificar fatores de risco genético para a dor crônica após a cirurgia de histerectomia, na qual a amostra foi constituída de 425 mulheres que tinham indicação benigna para o procedimento cirúrgi
histerectomia
O estudo holandês objetivou identificar fatores de risco genético para a dor crônica após a cirurgia de histerectomia, na qual a amostra foi constituída de 425 mulheres que tinham indicação benigna para o procedimento cirúrgico.
Do total de pacientes, 10% apresentaram dor crônica pós-operatória grave (pontuação na escala numérica de dor maior que 3) e 9% dor crônica pós-
operatória intermediária (pontuação na escala numérica de dor entre 1 e 3). Foi encontrada associação de polimorfismos de nucleotídeo único dos genes DLG2, FNDC3B, NAV3 e EDNRA com a dor crônica pós-operatória.
Este foi o primeiro estudo a encontrar polimorfismos de nucleotídeo único de genes associado a dor crônica pós-operatória dentro do valor de significância, sendo necessárias análises mais profundas dos genes encontrados como potenciais candidatos.
Referências: Van Reij R, Hoofwijk D, Rutten B, Kenis G, Theunissen M, Ramirez A, et al. Genome-wide Association Analysis Identifies Potential Risk Loci for Chronic Post-Surgical Pain After Hysterectomy. 17º Congresso Mundial sobre Dor da Associação Internacional para o Estudo da Dor, Boston, Estados Unidos, 12-16 de Setembro de 2018.
Alerta submetido em 04/12/2018 e aceito em 04/12/2018.