
Peptídeo neurotrófico possui propriedades antihiperalgésicas em ratos
Pesquisadores da Universidade da Califórnia verificaram em ratos com diabetes experimental induzida por estreptozotocina a capacidade antihiperalgésica e neuroprotetora de um peptídio neutrotrófico derivado da prosaposina, o TX14(A). A hipótese dos pesquisadores americanos considerou que o diabetes induz alterações sensoriais associadas à falência no suporte trófico nervoso. A prosaposina é o precursor de pequenas proteínas lisossomais requeridas para a hidrólise de esfingolipídeos, denominadas saposinas. As saposinas ligam-se a receptores específicos permitindo a fosforilação de proteínas em seus resíduos de tirosina. Elas têm sido descritas como fatores neurotróficos in vivo e in vitro. Estudos experimentais determinaram que a prosaposina está presente em regiões do Sistema Nervoso Central importantes na transmissão da informação nociceptiva.