
Se é melhor, pouco interessa se é mais caro?
Em uma reunião de representantes patrocinada por uma indústria farmacêutica para lançamento de um novo produto que apresenta 8 a 10% de melhoramento sobre os produtos atuais observou-se que estatísticas e vantagens clínicas são descartadas se a droga em si não tiver custo favorável. Segundo Philip Owen Katz, vice-diretor do Departamento de Medicina em Filadélfia, o preço da droga deve ser competitivo a menos que ela seja absoluta ou inequivocamente uma droga que salva vidas. Isto é, o grau de melhoramento agora é baseado no preço. Os novos inibidores seletivos para COX-2, Celebra e Vioxx, os quais oferecem benefícios similares mas com reduzido efeito colateral também necessitam de preços favoráveis para serem sucesso no mercado. Lidar com este assunto é geralmente mais complicado do que a própria decisão clínica de prescrever uma nova droga.