
Dor crônica pode ter cura desde que seja identificado o fator que está acarretando o desconforto
A dor crônica é caracterizada pelo desconforto doloroso que persiste por mais de três meses, segundo a Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), líder da pesquisa, que indicou que 28,7% da população acima de 18 anos e residente na cidade de São Paulo sofre desse mal. Esse problema pode levar o paciente a ter dificuldade para dormir, falta de energia, sonolência, falta de concentração, depressão, ansiedade e falta de apetite. A prevalência da dor crônica é maior em pessoas com sobrepeso e obesas. Problemas na coluna (22,1%), dor de cabeça e enxaqueca (19,6%), ansiedade e outros transtornos psiquiátricos (14%) e depressão (9%) estão entre as queixas mais comuns. A pesquisa mostrou, ainda, que 32,9% das pessoas que sofrem desse mal não utilizaram nenhum medicamento nos últimos doze meses, 42% dos indivíduos procuraram ajuda médica e outros 15,5% tomaram algum remédio por decisão própria. Nesse tipo de desconforto é de extrema necessidade a procura por especialistas, pois a dor pode estar sendo causada secundariamente. Karine Leão, coordenadora do Grupo de Dor do Hospital das Clínicas e da Faculdade de Saúde Pública da USP, diz que estresse, obesidade e sobrepeso, além da falta de exercícios físicos são causas da prevalência de dor crônica, havendo necessidade de atividade física constante. Vale a pena ressaltar que a cura para a dor crônica depende da identificação e posterior tratamento do fator que está acarretando a dor crônica. O trabalho foi exposto no 4º Congresso Interdisciplinar de Dor da USP ( http://www.cindorusp.com/noticias.html ), onde os slides podem ser visualizados na primeira página. (RP) Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3832489-EI306,00.html Para acesso diretamente ao trabalho EPIDOR, acesse a página http://www.slideshare.net/marcuspai/epi-dor-retratos-dor-brasi-validok?type=presentation