Glossário da dor
92 termosRemoção cirúrgica de parte do corpo ou tecido ou órgão doente.
Ausência congênita do encéfalo e medula espinal.
Parte importante acrescentada ao todo.
Neurotransmissor químico dos Sistemas Nervosos Central e Periférico.
Enzima que inativa a acetilcolina por quebra em acetato e colina.
Habilidade de um sistema ou tecido (normalmente nervoso) em se adaptar ou ajustar de modo a não responder mais à estimulação prévia. Assim, a duração e/ou intensidade deve(m) ser aumentada(s) para promover a mesma resposta.
Doença causada pela alta secreção do hormônio do crescimento em adultos.
São pequenos oligonucleotídeos sintéticos de fita dupla que têm um lado sem cortes (fechado) e um lado adesivo. Podem se ligar a locais sem cortes de DNA a fim de propiciar pontas adesivas para ligação com outras similares.
Parte anterior da glândula pituitária.
Adenosina difosfato (ou difosfato de adenosina). É um nucleotídeo, isto é, um composto químico formado por um nucleosídeo e dois radicais fosfato. Neste caso, compõem o nucleosídeo uma base purínica, a adenina, e um açúcar do tipo pentose (ribose). É a parte sem fosforilação do ATP (adnosina trifosfato). O ADP é produzido quando há alguma descarboxilação em alguns compostos da glicólise no ciclo de Krebs.
Principal catecolamina secretada pela medula adrenal e pelos terminais nervosos adrenérgicos (também chamada epinefrina).
Relacionado à epinefrina (adrenalina).
Inabilidade parcial ou total de compreensão da linguagem e/ou inabilidade de expressar a linguagem falada (disfasia) ou escrita (dislexia).
(significa “que chega a”) Nervo que conduz o impulso elétrico do tecido periférico para a medula espinal ou cérebro.
Inabilidade de interpretar a informação sensorial.
Substância química que, ao se combinar com receptor específico, produz resposta positiva.
Inabilidade de expressar pensamentos na forma escrita.
Uma das duas ou mais formas alternativas de ocupação de posição de genes (loci) em cromossomos homólogos.
Inabilidade em compreender palavras ou sentenças escritas.
Tipo comum de organização de moléculas, consistindo de uma estrutura helicoidal estabilizada por pontes de hidrogênio entre toda quarta ligação peptídica. A alfa-hélice tem 3,6 aminoácidos por volta, com uma distância de 0,54 nanômetros (nm) entre cada um.
Ciência e estudo do fenômeno dor.
Parte do córtex filogeneticamente mais antiga.
Dor devida a estímulo que normalmente não provoca dor. Essa palavra é derivada do grego: "allo" significa "outro" e "odyne" significa "dor". A definição original adotada pela IASP era "dor devida a um estímulo não nocivo à pele normal".
Amplas despolarizações do potencial de membrana responsáveis pelo disparo em grupo de neurônios corticais durante as descargas interictais.
(Neurofisiol.) Camada de matéria branca que cobre a superfície ventricular do hipocampo.
Perda da visão binocular devido ao desenvolvimento incompleto da conexão genicular lateral na coluna do córtex visual para um dos olhos.
Também conhecida como corpo amidalóide ou núcleo, é a região encontrada no hemisfério cerebral, no lóbulo temporal. Faz parte do glanglio basal.
(também chamada “tonsila”) Estrutura pequena e esférica; tecido linfático na orofaringe; (neuroanat.) o nome de um lóbulo que cobre a vermis (parte do cerebelo).
Incapacidade de recordar eventos que ocorreram antes de lesão ou trauma cerebral.
Ausência de dor em resposta à estimulação que normalmente seria dolorosa.
Agente que produz alívio da dor sem a perda da consciência.
Método para estimar a distância entre dois genes no mesmo cromossomo, baseado na freqüência de eventos de recombinação que ocorrem durante a meiose. Se dois genes estão próximos entre si, então a probabilidade deles serem co-hereditários será alta.
Método de determinação da média de hidrofobicidade de uma seqüência de aminoácidos. Pode ser usada para indicar a distribuição de uma proteína de membrana e para desenvolver modelos de estrutura secundária de proteínas trans-membrana.
Refere-se à formação de cadeias duplas de ácidos nucléicos, complementares às cadeias simples por pareamento das bases de Watson-Crick. Devido ao fato deste processo envolver pontes de hidrogênio, não ocorre em altas temperaturas.
1. Doença de natureza genética freqüente entre populações de origem africana, na qual os pacientes apresentam hemoglobina S, isto é, com duas cadeias alfa normais e duas cadeias beta mutantes. Nessas cadeias beta, o aminoácido glutamato (hidrófilo) na posição 6 encontra-se substituído pelo aminoácido valina (hidrófoba), o que reduz grandemente a solubilidade da desoxi-hemoglobina S, levando-a a formar precipitados fibrosos que deformam os glóbulos vermelhos (hemácias falciformes – em formato de “foice”). A doença só se manifesta em pacientes homozigotos com esse gene mutante. 2. Doença caracterizada por anemia hemolítica crônica com crises dolorosas e envolvimento patológico de vários órgãos.
Ausência de todas as modalidades sensoriais. Perda da capacidade de sentir dor, causada pela administração de uma droga ou por outras intervenções médicas.
Dor numa área ou região que está anestesiada.
Produção de insensibilidade de uma região corporal devido à interrupção da condução nervosa sensorial relacionada àquela área.
Agente que produz anestesia regional (isto é, em uma parte do corpo) ou anestesia geral (perda de consciência).
Termo derivado do latim "angor", que significa "estrangulamento", geralmente empregado para síndromes de dor associadas à doença cardíaca. Manifesta-se como sensação de opressão ou aperto na garganta.
Polipeptídeo presente no sangue que forma parte do sistema renina-angiotensina que controla o balanço sal/água.
Animais que tiveram um gene sintético chamado transgene inserido no genoma, permitindo que a função desse gene seja examinada no contexto de todo animal.
Imobilidade e consolidação de uma articulação devido à doença, traumatismo ou procedimento cirúrgico.
Evento que ocorre em direção à frente. Por exemplo: degeneração anterógrada de um nervo.
Aliviam a dor por inibição da formação de químicas corporais que levam a dor e inflamação. Exemplo: Ibuprofeno, Ketoprofeno, Narpoxen, Piroxicam.
Propagação do impulso ao longo de um axônio na direção oposta ao fluxo normal (sentido contrário ao anterógrado).
Medicamento que alivia a dor por inibição da formação de mediadores que induzem a dor e inflamação.
Substância capaz de reduzir a temperatura febril (ou elevada) do corpo.
Organismos nos quais a produção de uma proteína em particular é bloqueada pela introdução de oligonucleotídeos são chamados “nocautes”. Knockouts são, chamados oligonucleotídeos antisense, dentro da célula e que são complementares ao RNA-mensageiro que codifica a proteína que se deseja bloquear.
Estruturas da orelha interna relacionadas ao equilíbrio.
Final, ponta ou topo de alguma estrutura.
Processo de morte celular caracterizada pela separação do DNA, condensação nuclear e fragmentação, e de bolhas na membrana plasmática que leva a fagocitose da célula sem induzir uma reação inflamatória.
Aquisição do conhecimento a partir do ambiente externo.
Ocorre por associação ou pareamento de dois estímulos ao mesmo tempo. O condicionamento clássico e operante são dois paradigmas associados do aprendizado.
Envolve o aprendizado animal a partir de características de seu ambiente, por meio de sinais posicionais.
Ocorre quando um animal é exposto uma vez ou repetidas vezes a um tipo simples de estímulo, que permite ao animal o aprendizado sobre as propriedades daquele estímulo. Habituação e sensibilização são duas formas de aprendizado não associativo.
Canal de água na membrana das células apicais dos ductos coletores renais.
(também chamado Aqueduto de Sylvius) Passagem estreita para o fluído cérebroespinal entre o 3º e o 4º ventrículo, localizado no mesencéfalo.
Perda total do movimento espontâneo.
Qualquer estrutura delicada e fibrosa relativa à teia das aranhas.
Área do giro frontal inferior do lóbulo frontal identificada pelo antropólogo e patologista francês Pierre Paul Broca como a área do cérebro responsável pelo movimento da fala. Quando danificada, o paciente ainda compreende a fala.
Parte caudal do assoalho do quarto ventrículo; região relativamente permeável da barreira hemato-encefálica.
Região composta pela área subcalosa (abaixo do corpo caloso) e o giro paraterminal.
Áreas do córtex cerebral consideradas não receberem diretamente informações sensoriais nem enviar estímulos a motoneurônios, mas que se comunicam com outras áreas cérebrocorticais.
Parte filogeneticamente mais velha do cerebelo e que controla o equilíbrio do corpo.
Articulação entre o osso sacral, na base da espinha dorsal, e o íleo da pelve, unidos por ligamentos. É uma articulação forte e capaz de suportar grande esforço.
Dor em uma articulação, geralmente devido à artrite ou artropatia.
Inflamação ou inchaço de uma junta.
Reumatismo confinado às articulações.
É um método derivado do patch clamping no qual o pinçamento do lado extracelular da membrana contendo um receptor para um agonista endógeno é usado para detectar aquela molécula no fluido extracelular.
Enfraquecimento pronunciado e geral que não guarda relação de causa e efeito com trabalho ou com esforços.
Célula neuroglial em forma de estrela.
Desordem e falta de coordenação nos movimentos voluntários contrárias à integridade da força muscular.
Placa composta especialmente por lipídeos e tecido fibroso que se forma na parede dos vasos sanguíneos.
É a atuação continua de uma enzima após a concentração do ativador que se encontra abaixo dos níveis basais.
É um nucleotídeo responsável pelo armazenamento de energia em suas ligações químicas. É constituído por adenosina, uma base nitrogenada, associada a três radicais fosfato conectados em cadeia. A energia é armazenada nas ligações entre os fosfatos.
Encolhimento ou enfraquecimento de um tecido, órgão ou membro.
Associado com o sentido da audição.
Desordem mental pouco compreendida que se manifesta na infância, usualmente antes dos três anos, na qual a criança se torna introspectiva, não-comunicativa e aparentemente absorta em seu próprio mundo; geralmente é associada a aumento no vulome dos lóbos temporais e a padrões de atividade elétrica anormais.
Propriedade do sistema nervoso na qual há ativação de função independente da presença da informação ativadora.
Método usado para detectar a posição de moléculas marcadas com isótopos radioativos em um gel ou filtro expostos a um filme de raio-X, permitindo que a imagem produzida pela decomposição radioativa se desenvolva em um filme, formando bandas ou marcas correspondendo à posição das bandas.
São receptores pré-sinápticos ativados por neurotransmissores liberados pelo próprio neurônio. Normalmente regulam a liberação de outros (ou do mesmo) neurotransmissores.
Refere-se às características de um gene autossomo, ou a uma propriedade conferida por este.
Forma de herança genética que ocorre quando o gene está situado em um dos cromossomos não-sexuais. Sua herança de apenas um dos pais é suficiente para que a característica apareça.
Forma de herança genética que ocorre quando o gene está situado em um dos cromossomos não-sexuais. Deve ser herdado a partir de ambos os pais para que a característica apareça.
Cromossomo não relacionado ao sexo.
Sinapse na qual um axônio de um neurônio contacta o axônio de outro neurônio.
Sinapse na qual um axônio de um neurônio contacta um dendrito de outro neurônio.
Outro nome utilizado para denominar a membrana plasmática do axônio.
Prolongamento tubular que emerge do corpo celular do neurônio, geralmente oposto aos dendritos.
Citoplasma do axônio.
Sinapse na qual o axônio contacta um corpo celular.