Glossário da dor
79 termos(Também chamada “substância branca”) Tecido que circunda a substância cinzenta na medula espinal, consistindo principalmente de feixes de fibras nervosas mielinizadas, com algumas fibras não-mielinizadas, embutidas em neuróglia.
Área (por exemplo, na superfície da pele) dentro da qual um estímulo deve ocorrer para ativar a fibra nervosa que inerva o local.
São regiões no ambiente do animal que possibilitam a resposta de determinadas place cells.
São regiões sensoriais em uma superfície que, se estimuladas, produzirão mudanças na atividade do neurônio receptivo.
Proteína de membrana que torna possível a passagem de íons através da mensagem em direção ao gradiente eletroquímico transmembrana.
Estruturas ósseas preenchidas por fluido com formato semelhante a “loopings” localizada no labirinto ósseo da orelha interna.
Canal ou condutor que percorre toda a extensão da medula espinal, posicionado centralmente entre as comissuras ventral e dorsal; comunica-se com o quarto ventrículo ao se abrir na medula oblonga.
Canal ao longo da coluna vertebral pelo qual passa a medula espinal.
Reservatório de armazenagem de carga elétrica.
Um dos principais fármacos utilizados no tratamento da epilepsia; Droga bloqueadora dos canais de sódio das membranas dos neurônios; Potencializa a ação do ácido gama-aminobutírico (ver GABA), um neurotransmissor fisiológico que inibe a geração de potenciais de ações. Deprime a atividade elétrica excessiva no cérebro, sem afetar demasiadamente a atividade normal.
Nome químico da amina alifática atada a um grupamento catecol. Como exemplo temos a epinefrina (adrenalina) e a norepinefrina (noradrenalina).
Sondagem ou exploração do órgão cardíaco.
(literalmente “cauda de cavalo”) Também se refere à parte final inferior da medula espinal, de onde emergem as raízes dos nervos espinais lombares, sacrais e coccígeas.
Síndrome com sensação intermitente de dor em queimação, com alodinia e hiperpatia, que ocorre após lesão traumática de um nervo.
Primeira porção do intestino grosso que recebe o conteúdo do intestino delgado.
É toda dor nucal e/ou frontotemporal desencadeada por distúrbios na região posterior do pescoço.
Crises fortes de cefaléia estritamente unilateral, orbitária, supraorbitária e/ou temporal, durando 15-180 minutos e ocorrendo desde uma crise em dias alternados até 8 crises ao dia. A cefaléia se associa a um ou mais dos seguintes quadros: injeção conjuntival, lacrimejamento, congestão nasal, rinorréia, sudorese da fronte e da face, miose, ptose, edema palpebral. As crises ocorrem de maneira seriada e duram de semanas a meses (assim chamados "períodos de salvas"), separados por períodos de remissão que duram geralmente meses ou até mesmo anos. Cerca de 10% dos pacientes têm sintomas crônicos.
Crise com muitas das características dolorosas, sintomas associados e sinais da cefaléia em salvas, porém com menor duração e maior freqüência em mulheres.
Cefaléia contínua, unilateral, de moderada intensidade. Responde ao tratamento com indometacina.
Célula localizada no epitélio sensorial do aparelho vestibular (sistema auditivo) inervada no nervo vestibular. Traduz o movimento da endolinfa (líquido coclear) em impulsos elétricos.
Célula que forma o neurolema.
Grandes neurônios que fornecem inervação eferente a partir do córtex cerebral.
Células da camada superficial do córtex cerebral. Denominadas com base no nome do neuroanatomista espanhol Ramon y Cajal.
Tipo de célula ganglionar da retina que pode discriminar contrastes em iluminação e movimento.
Tipo de célula do gânglio retinal que transmite informação sobre a cor e acuidade visual.
Parte do cérebro atrás do tronco cerebral, localizado na fossa craniana posterior. É relacionada à integração da função motora.
Parte do sistema nervoso central contida no interior do crânio.
Refere-se a qualquer coisa que envolva o cérebro e a medula espinal.
Refere-se às veias sanguíneas cerebrais e ao suplemento sanguíneo no encéfalo.
Aumento da acidez do sangue provocada pelo excesso de cetonas.
Gíria para indivíduos que abusam das drogas periodicamente para fins recreacionais.
Síndrome caracterizada por dor irradiada das costas às nádegas e à extremidade inferior, freqüentemente causada pela protrusão de um disco intervertebral lombar. Esse termo também é usado para especificar dores ao longo do trajeto do nervo ciático (ou isquiático).
Síndrome caracterizada pela dor irradiada das costas às nádegas e à extermidade inferior, frequentemente causada pela protrusão de um disco interventebral lombar. Esse termo também é usado para especificar dores ao longo do trajeto do nervo ciático.
Refere-se ao nervo ciático (ou isquiático) – relativo à região do osso ísquio.
Instabilidade persistente do humor que leva à alternância sucessiva de períodos de depressão e outros de hiperatividade ou de excitação.
Consciência do peso do corpo, suas partes e seus movimentos.
Significa “ter um limite, uma faixa”.
Circuito que mede a emoção, proposto pelo anatomista americano John Papez em 1937.
Rede vascular na base do cérebro formada pela interconexão das artérias cerebral anterior, comunicante anterior, carótida interna, cerebral posterior e comunicante posterior.
Proteína que controla a diferenciação e a proliferação celular.
Condição encontrada especialmente em idosos, levando a dores e câimbras na área muscular, normalmente nas pernas, produzidas por exercícios e aliviadas pelo descanso.
Fina lâmina de substância cinzenta localizada lateralmente à cápsula interna, separando-a da substância branca da insula.
É a produção de múltiplas cópias de fragmentos de DNA, geralmente por inserção de um fragmento selecionado de DNA em bactérias que farão múltiplas cópias deste fragmento.
Anticonvulsivante usado para vários tipos de crises epilépticas, entre elas a epilepsia fotossensível e crises de ausência.
São indivíduos contendo cópia idêntica de DNA.
É uma molécula que aumenta a resposta do agonista.
Estrutura óssea cônica semelhante à concha de um caracol situada no ouvido interno; têm forma de um túnel espiral com aproximadamente 3 centímetros de extensão.
Analgésico à base de ópio relacionado à morfina, mas com efeito sedativo mais leve.
Processo pelo qual uma sinapse recentemente tetanizada adquire um marcador que lhe permite ser orientada por proteínas sintetizadas no corpo celular. É um mecanismo para garantir a especificidade da potencianção de longa duração (LTP).
Seqüência de três nucleotídeos na molécula de DNA ou RNA-mensageiro que representa a “instrução” para a incorporação de um aminoácido específico em uma cadeia polipeptídica.
Refere-se a um inchaço, aumento de tamanho.
Retração da superfície posterior da metade do cérebro composto pelo centro inferior auditório.
É uma técnica para identificar a posição de um determinado sítio de ligação ou um resíduo de aminoácido em uma proteína. Envolve a incubação da proteína com um composto fotorreativo, que se ligará ao sítio de interesse ou reagirá com o aminoácido de interesse. Com a exposição à luz UV, o composto irá reagir covalentemente com este sítio. A proteína pode ser isolada, digerida e fracionada, e, a posição do marcador, identificada.
Aumento da mortalidade em pacientes idosos com demência.
Grupo de fibras nervosas que conecta os dois hemisférios cerebrais ou os dois lados da medula espinal.
Tipo de técnica comportamental de aprendizado “estímulo-reflexo” desenvolvida pelo fisiologista russo Ivan Petrovich Pavlov.
Dinâmica do potencial de ação em fibras nervosas mielinizadas, que salta de um nódulo de Ranvier para outro.
(Anat.) Qualquer músculo que aperta circularmente.
Em casos onde a dor patológica não tem capacidade de cicatrização apesar de terapia medicamentosa ou cirúrgica, o manejo da dor passa a ser pelo “controle da dor” onde vários métodos podem ser utilizados. Medicamentos ou dispositivos implantados, que alteram a capacidade do sistema nervoso corporal de transmitir o sinal doloroso, podem ser utilizados. Outros métodos baseiam-se na habilidade do médico em danificar o tecido nervoso de forma controlada para parar o sinal doloroso.
Disparos rítmicos anormais de uma grande população de neurônios.
Operação cirúrgica para dividir os tratos espinoreticulares e espinotalâmicos com o objetivo de aliviar a dor intratável.
Coluna anterior da substância cinzenta da medula espinal.
Projeção anterior da substância cinzenta para dentro da substância branca da medula espinal.
Rede extensa e espalhada de fibras que se irradiam da cápsula interna para o córtex cerebral.
Membrana fina, delicada e altamente vascularizada. Por exemplo, o plexo coróide nos ventrículos cerebrais, ou a membrana coróide que cobre parte do olho entre a esclera e a retina.
Porção grossa da túnica vascular dos olhos; liga a íris com a parte anterior da coróide. Contém os músculos ciliares.
Elevação do tálamo posterior dorsal que recebe estímulos auditivos e transmite a informação para o córtex auditivo primário no giro temporal superior.
(também chamada de glândula pineal) Órgão em forma de cone localizado no cérebro entre corpo caloso e o colículo superior; secreta melatonina na circulação.
Protuberâncias da superfície ventral do hipotálamo.
Área do córtex cerebral que é o destino final para a informação auditiva (córtex auditivo primário); situado no assoalho do sulco lateral no giro temporal superior.
Camada de matéria cinzenta localizada na superfície do hemisfério cerebral.
Área do córtex cerebral que ocupa as bordas superior e inferior do sulco calcarino na superfície medial de cada hemisfério cerebral.
Crânio ósseo da cabeça e esqueleto da face.
Tumor pituitário congênito que consiste de restos de bolsa de Rathke após o desenvolvimento da glândula pituitária.
É um fator de transcrição que, quando fosforilado pela proteína quinase dependente de AMPc (PKA), liga-se a uma seqüência específica de DNA, chamada CRÊS (elemento de resposta ao AMPc), que, por sua vez, ativa a transcrição gênica.
Grupo de células derivadas do ectoderma que se localizam ao longo de cada lado do tupo neural embrionário; As células da crista neural migram através do embrião e originam alguns dos gânglios.
Técnica na qual feixes de raios-x são transmitidos através de um cristal de proteínas. A difração-padrão produzida pela dispersão dos raios-x permite deduções a serem feitas sobre a estrutura tridimensional das proteínas.
Método usado para separar moléculas de uma mistura, como receptores, por exemplo, baseado em ligações de alta afinidade.
Mudanças degenerativas no corpo celular neuronal danificado.